Nova operadora irá focar nos jovens da Classe C.

A informação é basicamente a seguinte: Até o final de 2016 o Brasil deverá contar com uma nova operadora de telefonia móvel. O nome da novidade é Veek. Ela em síntese é uma empresa que está planejando entrar no mercado e focar em um público específico: o jovem de classe C. Segundo o que se tem até o momento a operadora que atuará como virtual irá trabalhar apenas vendendo planos pré-pagos, ao menos inicialmente. A aposta da empresa vai ser nas tarifas mais simples e baratas do que as praticadas pelas concorrentes.

A expectativa, voltando a ressaltar, é que tudo já esteja em pleno funcionamento até o final do ano.

A proposta apresentada pela empresa se resume a uma única palavra: Simplicidade. Ela quer ser bem objetiva em sua atuação apresentando apenas uma única tarifa para cada minuto em voz. E isso sem considerar a natureza da ligação feita. Ou seja, tanto faz se para telefone fixo, móvel, chamadas de longa distância ou locais. A mesma coisa será aplicada para o caso do envio de SMS. Além disso, não está previsto serviços com valores a serem adicionados, os conhecidos SVAs.

Alberto Blanco, em uma entrevista concedida para Mobile Time afirma que não gosta do fato de a Veek ser chamada de operadora. E sim de uma comunicação móvel, algo mais para o serviço de conectividade.

Como dito antes serão comercializados apenas planos pré-pagos. O controle relativo ao consumo bem como o atendimento caso o usuário necessitar será todo feito dentro do app móvel que estará disponível tanto para o Android quanto para o iOS.

Até o momento não há nenhuma informação oficial sobre os valores que deverão ser cobrados pelas tarifas. Mas, nas palavras do criador da Veek, elas deverão ser bem mais baratas do que as usadas pelas operadoras tradicionais. Ele explica que isso será possível porque a estrutura da Veek é bem mais “enxuta” o que proporciona menores custos adicionais para a operação.

No mais a Veek ainda disponibilizará uma calculadora para os usuários para que os mesmos possam efetuar comparações de preços. Para isso basta que a pessoa informe quanto foi que consumiu em minutos, megas e mensagens de texto no último mês. Na sequência será mostrado ao usuário o quanto ele gastaria se estivesse usando a Veek.

O executivo estima que conseguirá uma média em termos de receita de R$40 ao mês.

Por Denisson Soares

Veek


As ações da TIM tiveram alta de impressionantes 14,35% após rumores de que as prestadoras Oi, Vivo e Claro estariam interessadas em adquiri-la e dividir entre si. Os valores chegariam a 15 bilhões de dólares, segundo a Bloomberg.

Antes da informação, os papéis estavam congelados e acabaram o dia com ganhos de 11,30% e 12,89%. Nos Estados Unidos, a American Depositary Receipts, do grupo TIM fechou em 7,5%, depois de chegar a 19% de ganho durante a terça-feira.

Uma possível compra ou mesmo uma parceria já estava sendo divulgada pela Oi, o que justifica sua ausência no leilão para a faixa de 700 mhz para a internet 4G. A transação está sendo auxiliada pelo Banco BTG Pactual, enquanto há a perspectiva que a Telefônica/Vivo entre no negócio após a compra da GVT.

Segundo a agência de notícia, nessa jogada, a Oi ficaria com 25% da TIM e as demais, Vivo e Claro, dividiriam o restante.

Em contrapartida, a TIM negou a possibilidade de negociação para vender a companhia para seus concorrentes. O comunicado foi enviado à Bolsa de São Paulo com a afirmação que se trata de uma notícia antiga, de agosto, em que o banco BTG Pactual foi contratado para avaliar a participação da Telecom Itália junto a filial brasileira da TIM.

A Oi, por sua vez, negocia sua participação na Portugal Telecom com o Grupo Altice, de Luxemburgo.

A Claro afirmou que houve o contato com o BTG Pactual, entretanto as outras envolvidas, TIM e Telefônica, negaram a venda por diversas vezes. Segundo a Telefônica, a operadora passa por um processo para redefinir as relações com a empresa Telecom Itália, a qual possui ações.

Isso porque não há consenso entre os órgãos reguladores brasileiros para que ela controle a Vivo e a TIM, que atualmente são as duas maiores do país. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Foto: divulgação


O brasileiro está mais exigente quanto ao serviço das prestadoras e busca sempre uma alternativa quando a qualidade não é tão boa quanto o esperado. Uma pesquisa feita pela fabricante de peças e aplicativos de infraestrutura da Nokia em 11 países, incluindo o Brasil, mostrou que nós estamos mais propensos a trocar de prestadora. Ao todo, mais de 12 mil usuários foram entrevistados nos 11 países, dos quais 1,98 mil foram brasileiros que usam smartphone ou tablet.

Dentre os dados levantados no estudo está a demanda de clientes, dos quais 67% do total mudaram de operadora nos últimos cinco anos. Além disso, 48% dos entrevistados estão dispostos a trocar de operadora nos próximo 12 meses, o que representa um valor acima da média mundial, que é de 40% e superior a países como Estados Unidos e Rússia, cujo percentual é de 27%.  Segundo a pesquisa, 63% dos brasileiros entrevistados fazem uso de banda larga móvel em seus smartphones, dentro ou fora de casa e que deste total 82% são de aparelho pré–pagos.

O principal motivo que leva os brasileiros a trocarem de prestadora é a má qualidade dos serviços, o que representa um total de 41%, um número inferior a países como Espanha, Estados Unidos e Itália, cujo percentual é de 29%. Cobranças indevidas são relevantes para 33% dos entrevistados brasileiros, que não veem problema em se desvincular de uma prestadora que realiza cobranças abusivas. Vale ressaltar que após a privatização da Telebrás as empresas brigam por clientes, mas agora terão de brigar com novas armas e uma delas é a qualidade nos serviços prestados.

A pesquisa apontou ainda que o número de usuários conhecidos como heavy users tem aumento. Eles são usuários que possuem conhecimentos mais avançados quanto à tecnologia que estão usando várias funções disponíveis nos gadgets, como acesso a redes sociais, navegação na internet, pagamentos e consulta de saldo pelo aparelho, além do uso de aplicativos de realidade aumentada. 

Por Robson Quirino de Moraes


Além dos esforços com o Windows 8, a Microsoft tenta viabilizar o Windows Phone, seu sistema para smartphones. Aproveitando-se desse sistema, a empresa de Redmond vai tentando um lugar ao sol, hoje polarizado pela guerra Android x iOS. Poucas empresas tentaram embarcar o sistema de Bill Gates nos smarts.

Mas o cenário está prestes a mudar. De acordo com informações, a Sony, empresa que fabrica smarts com Android, estaria viabilizando a implantação de Windows Phone em lançamentos futuros. Isto significaria uma entrada em um mundo, onde Windows Phone é sinônimo de Nokia.

Lembrando que, mesmo não existindo ainda um acordo entre Sony e Microsoft, isto é uma cartada de mestre para os dois lados. Pra a Sony seria um novo mercado, muito mais promissor. Popularizar a boa plataforma da Microsoft seria ótimo para a empresa que tem lançado apenas smartphones com o sistema da Google. Neste caso, a iniciativa tomada pela Sony é meio que uma resposta "camuflada" contra o monopólio da Sul Coreana Samsung.

Pra Microsoft é mais aparelhos rodando o seu sistema, e, consequentemente, mais desenvolvedores olhando com bons olhos a plataforma, que carece de aplicativos como outras plataformas – mesmo já tendo o instagram por exemplo. Já que o aplicativo é multiplataforma, a dependência, tanto pelo sistema da Maça, quanto pelo da Google, diminuíram, dando lugar ao Windows Phone.

No que se diz a preços, acredito que a Sony colocaria aparelhos mais baratos e com mais variedades, já que rumores apontam que este sistema móbile seria de graça, para popularizar ainda mais. Tanto ele, quanto o Windows RT seriam de graça. Lembrando que o Android também é um sistema gratuito, porém a Google lucra na questão de publicidade.

A Sony precisa rumar para outro lagos e essa mudança de sistema agrada a todos. Aos atuais usuários, aos antigos, que agora tem motivos para tentar voltar para a plataforma, e para os futuros, que terão novas opções.

Por Leandro de Souza

Foto: Divulgação


A TIM confirmou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, que apresentou períodos de instabilidade em sua rede de telefonia em alguns pontos espalhados pelo país.

De acordo com a assessoria de imprensa da operadora, os problemas foram para realizar chamadas e na conexão à internet ocasionados por falha na rede de transmissão e que já foram solucionados.

As instabilidades aconteceram no litoral do Paraná, na região metropolitana de São Paulo e em alguns pontos no interior de Minas Gerais.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado da telefonia móvel vive momentos de alegria com o crescimento obtido por meio dos smartphones, mas obteve uma notícia não muito interessante nesta semana.

Isto porque segundo uma pesquisa divulgada pelo IDC o mercado brasileiro de celulares teve uma redução de 15,3% no terceiro trimestre de 2012 com cerca de 15,3 milhões de unidades vendidas.

Esta situação é ocasionada pela redução constante dos chamados feature phones (telefones tradicionais) que não possuem sistema operacional e funções adicionais.

Esta situação se confirma pelo fato de que no período analisado 11,1 milhões de aparelhos vendidos eram celulares tradicionais e 4,2 milhões foram smartphones com um crescimento de 65% no montante deste último tipo de aparelho móvel.

Os especialistas em tecnologia da informação esperam que até 2014 os smartphones ultrapassem os feature phones no mercado brasileiro devido ao aumento nas opções e diminuição dos preços praticados para este tipo de telefone.

Por Ana Camila Neves Morais


Após uma longa espera, o Senado aprovou nesta quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – a Lei Geral das Antenas.

A nova norma determina licença automática para instalar a infraestrutura de suporte para operadoras de telefonia se o poder público não se decidir em 60 dias.

Existe também na nova lei a proibição de que antenas e postes para telecomunicações impeçam a circulação de veículos e pedestres nas cidades.

Além disso, o texto prevê o compartilhamento obrigatório de rede e oferece novas regras para a concessão de licenças, instalação e compartilhamento de infraestrutura para redes de telecomunicações no Brasil.

Sobre as licenças, o seu prazo será de dez anos podendo ser prorrogado por períodos iguais; além disso, o compartilhamento da rede será feito de forma não discriminatória e com preços justos tendo como referência o modelo de custos setorial.

Para garantir o seu cumprimento, o governo irá instalar comissões consultivas em cidades com mais de 300 mil habitantes.

O próximo passo será a apreciação do texto da lei pela Câmara dos Deputados e, se aprovado, irá em seguida para sanção presidencial.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – a Claro apresentou oficialmente o início do serviço de telefonia com a tecnologia 4G.

O lançamento foi feito na cidade de Recife por ser uma das cidades que irão sediar a Copa das Confederações em 2013 e pela grande quantidade de clientes da empresa no local.

A telefonia 4G oferece uma velocidade de conexão até 10 vezes mais rápida do que a 3G e para oferecer este serviço foram instaladas 49 antenas em Recife para a cobertura de 80% da população residente

Ainda segundo a Claro a meta é distribuir o serviço até abril de 2013 para as cidades do Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, Salvador e Belo Horizonte.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Quem acessou dia 11 de fevereiro o blog oficial da Nokia (Nokia Conversations), tomou conhecimento da carta aberta sobre a parceria Nokia/Microsoft, firmada pelos CEO’s Stephen Elop (Nokia) e Steve Balmer (MS).

A proposta das empresas é criar um “ecossistema móvel global”, capaz de juntar tudo aquilo que as duas oferecem de melhor. Na prática, entre outras inovações, foi anunciado que “a Nokia adotará o Windows Phone” como plataforma principal dos seus futuros smartphones e que adotará também o buscador da Microsoft (Bing) como ferramenta de pesquisa nos seus dispositivos.

A Microsoft, por sua vez, se comprometeu a incorporar ao Bing a ferramenta de geolocalização Nokia Maps. Assim, a meta é que esse know-how permita a idealização de um motor de busca inovador, tanto em aspectos relacionados à geolocalização e ao aprimoramento da pesquisa, quanto à experiência publicitária do usuário de telefonia móvel.

No geral, portanto, a aposta é que teremos futuramente soluções móveis promissoras e competitivas, em um mercado que só faz crescer.

Por Alberto Vicente


O sistema operacional móvel Android, da Google, vem se mostrando um fenômeno de aceitação no mundo. Segundo dados da própria Google, a cada segundo, dois celulares com o sistema operacional são ativados no mundo. Atualmente, são quase 60 modelos de aparelhos rodando Android, o que facilita sua disseminação pelo planeta.

De acordo com Eric Schimdt, diretor executivo da Google, a tendência é de que o Android seja para os celulares, o que o Windows é para os computadores, ou seja, será tão popular quanto o sistema da Microsoft. A notícia da popularidade do Android atinge em cheio os usuários do Symbian, que tecem pesadas críticas acerca da fragilidade e “bagunça” de versões deste sistema operacional.

Fonte: Google Discovery

Por Camila Porto de Camargo





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