Os relógios inteligentes estão começando a tomar forma no mundo da tecnologia. Diversas companhias no mundo todo já revelaram seus planos para o desenvolvimento dos chamados smartwatches. No entanto, a Samsung foi a grande responsável pelo ponta pé inicial e anunciou para o mundo todo o Galaxy Gear, um relógio capaz de se comunicar com o Galaxy Note 3, tirar fotos, atender chamadas e até rodar alguns aplicativos.

Uma das maiores reclamações dos usuários diz respeito à utilização de aplicativos no aparelho, já que, oficialmente, ele é compatível apenas com alguns poucos apps, criados para funcionar exclusivamente no relógio. Como forma de contornar esse problema, um grupo de hackers conseguiu burlar as restrições impostas no aparelho e instalaram aplicativos comuns, desenvolvidos para smartphones no sistema do relógio. De acordo com o pessoal do site ArsTechnica, se o modo de depuração de USB for ativado, é possível modificar uma linha de comando do Sistema utilizando-se softwares exclusivos de programação.

Samsung Galaxy Gear

Foto: Divulgação

O site ainda revelou que não são necessárias especificações muito avançadas para  rodar apps no smartwatch. O gadget utiliza uma versão modificada do Android 4.2.2 e possui um processador de 800 MHz e 512 de RAM, suficientes para funcionar joguinhos básicos e outros apps que o usuário achar interessante.

É claro que nem todos vão sair por aí modificando configurações extremamente avançadas para rodar alguns apps a mais no aparelho. No entanto, é interessante saber que o relógio pode ser bem mais que um aquecedor de pulso super inteligente.

Por Ebenézer Carvalho


O feitiço contra o feiticeiro, essa foi a conclusão dos pesquisadores em relação ao uso nas empresas da tecnologia fetomcell.

Foi mostrado na Hackers Black Hat, conferência que aconteceu em Las Vegas, como o uso da tecnologia femtocell pode expor os dispositivos móveis das empresas à hackers.

Segundo informações cedidas por pesquisadores durante a conferência, o uso das femtocell pode ser uma faca de dois gumes, visto que ao ser utilizadas com o intuito de aumentar a cobertura telefónica da empresa, os dispositivos podem ser hackeados facilitando assim o acesso a informações além da interceptação das chamadas e mensagens de texto.

Basicamente, as femtocell são estações de baixa energia conectadas à rede através de cabo ou DSL. São usadas geralmente por empresas que estão em prédios onde a cobertura é irregular. A conexão com as fetomcell é feita automaticamente caso sejam da mesma operadora.

Para demostrar o risco corrido pelas organizações, os pesquisadores fizeram demonstrações reproduzindo uma ligação feita por um especialista durante a apresentação e interceptando mensagens de celulares de algumas pessoas presentes na plateia..

Finalizando, os especialistas falaram que nas fetomcells da Verizon o problema foi corrigido, entretanto, as das demais concorrentes ainda nãoComo foi dito no inicio, o feitiço virou contra o feiticeiro, as empresas tentando maior cobertura telefônica podem estar expondo muitos usuários à invasão hack.

Por Melina Menezes.


O jovem de 20 anos chamado Nicholas Allegra, um dos mais brilhantes hackers da atualidade, não trabalha mais na Apple, de acordo com notícia postada na página do The New York Times.

A parceria profissional, que começou após o jovem ter causado um enorme desconforto para a criadora dos smartphones mais famosos do momento, quando mostrou a facilidade em invadir os sistemas dos iPhones e iPads, encerrou-se.

O método, que ele mesmo batizou de JailbreakMe, expôs a fragilidade do sistema e a possibilidade de uma invasão e acesso aos dados com qualquer código, e não apenas os autorizados. Na ocasião os executivos da Apple decidiram se aliar a um inimigo em potencial, e o contrataram como estagiário da empresa, na área de segurança da informação.

Comex, como é conhecido no mundo dos hackers, mencionou que a gota d`água foi um e-mail não respondido, mas que sua situação na empresa já não era das melhores.

Em seu Twitter ele postou que  desde a última semana, após um ano de trabalho na companhia ele não é mais associado a Apple. E quando foi questionado sobre o motivo que levou ao rompimento, disse simplesmente que se esqueceu de responder um e-mail que solicitava uma resposta sobre seu interesse em permanecer na organização.

Na empresa fundada por Steve Jobs, este tipo de coisa é levado muito a sério, e embora soubesse disso, Allegra não imaginava a repercussão que teria esse lapso. De qualquer modo, ele não lamenta o ocorrido, pois conta que já não estava muito feliz por lá, mas não sabia como melhorar a situação. Também não fala sobre o trabalho que efetivamente realizava e descarta as especulações de que ele estaria desenvolvendo um JailbreakMe para iOS 6, versão mais recente lançada peça Maçã mais cobiçada do mundo.

O jovem apenas diz que pretende focar em seus estudos, na Brown University.

Por Stefania Cardoso





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