Rede Social chega a 10 bilhões de visualizações por dia e ultrapassa o Facebook.

O Facebook, há anos é considerado a maior rede social do mundo, após a ''queda'' do Orkut, que também ficou anos e anos como o principal rede social do mundo, porém, não soube se renovar e acabou ficando para trás. Agora, talvez possamos ver o mesmo acontecer com o Facebook. Talvez não seja para tanto, mas com o aumento no número de redes sociais e com o Snapchat na cola da rede social de Mark Zuckerberg, o reinado do Facebook pode estar perto do fim.

Explica-se. O Snapchat, embora possua um público completamente distinto do Facebook, possui foco maior nas publicações de fotos e vídeos curtos e que se apagam após certo tempo, algo que o público mais jovem adora. Já o Facebook foca em público mais amplo. Entretanto, a diferença de perfil não vem impedindo que o Snapchat, mesmo sendo mais restrito a um público jovem, cresça cada vez mais e se torne uma verdadeira ameaça ao Facebook. Segundo informações da renomada Bloomberg, o Snapchat atingiu a marca de 10 bilhões de visualizações por dia, ultrapassando o Facebook.

Até então, ambas as redes sociais possuíam algo em torno de 8 bilhões de visualizações diários, porém, o Snapchat conseguiu disparar em relação ao seu concorrente azul. Aliás, este não é o único dado animador. Hoje, cerca de um terço dos usuários do aplicativo são ativos e a empresa vem focando cada vez mais em soluções que atraiam mais usuários. Segundo a empresa, o Snapchat possui hoje 1,65 bilhão de usuários.

A receita do aplicativo também assusta, visto que no ano passado, a empresa conseguiu uma receita de cerca de US$ 16 bilhões com publicidade e anúncios, possuindo cerca de 100 milhões de usuários que acessam a rede social todos os dias. A empresa vem buscando abrir a rede social ainda mais para investimentos, o que deve fazer que com a crescente, os números publicitários se tornem ainda melhores em 2016.

O Snapchat, com esses números, acaba se tornando inegavelmente um concorrente direto do Facebook, que vem acreditando tanto no sucesso de seu concorrente, que deve lançar uma plataforma para concorrer com o Snapchat ainda nesse ano, assim como já havia tentado em anos anteriores, porém, sem sucesso algum.

Maria Luiza Mazzo


O Messenger será uma espécie de rede social, quase que independente do próprio Facebook, gerando uma nova possibilidade aos usuários.

No mês passado, foram diversas as notícias referentes a possíveis novidades no Messenger, aplicativo que os usuários do Facebook usam para conversar com seus amigos nos dispositivos móveis. Agora, de fato começamos a ter acesso às novidades que a empresa deve apresentar para o aplicativo, o que irá acontecer no evento F8, do Facebook, que acontece em Abril com os desenvolvedores.

A grande novidade, deve ser a possibilidade de desenvolvedores criarem novos conteúdos para o Messenger, como já havia sido noticiado anteriormente e citado pela própria empresa na F8 passada, e uma das grandes novidades será a maior integração do Messenger com os demais recursos da rede social, o que inclui, por exemplo, o envio de GIFs e integração com outros aplicativos, compartilhamentos no aplicativo, possibilidade de empresas usarem o Messenger como meio de atendimento e propaganda, etc.

A intenção da empresa é fazer com que o Messenger seja, a partir de agora, uma espécie de rede social, quase que independente do próprio Facebook, gerando uma nova possibilidade aos usuários. A abertura do aplicativo para o desenvolvimento de novas funções por parte de editores deve fazer como também noticiado anteriormente, que, ao um amigo seu enviar o endereço de sua casa para você visitar, por exemplo, você possa chamar um carro da UBER para ir lhe buscar por meio de uma espécie de link que redirecionaria o usuário para o app ou ainda, a possibilidade de haver um chat espécie com um bot para fazer esse tipo de função.

Os bots, aliás, irão ser o próximo foco do Facebook, já que a ideia é que empresas possam se utilizar desses bots para enviar links e propagandas para usuários que conversam com ela por meio do Messenger, o que ao menos inicialmente, não agradou muito os usuários.

Ainda não se sabe exatamente, o quão vantajoso poderá ser o sistema para os próprios desenvolvedores, porém é certo que as mudanças devem tornar a acontecer dentro do app e da própria rede social, que vem passando por uma espécie de repaginação, já que há um bom tempo, a rede social não recebe grandes novidades para seus usuários.

Por João Trajano

 

Messenger do Facebook


Aplicativo do Facebook está atrapalhando o desempenho e a utilização da bateria de smartphones Android.

De acordo com um teste feito por um editor do jornal britânico The Guardian, o aplicativo do Facebook pode ser responsável por pioras no desempenho e na utilização da bateria de smartphones. Após o blogueiro Russell Holly desinstalar o aplicativo de seu Android, juntamente com o app do Facebook Messenger, e constatar uma melhora de 15% tanto na duração da bateria quanto no desempenho, Samuel Gibbs resolveu remover o aplicativo de seu Huaweii Nexus 6P.

Gibbs permaneceu com o Facebook Messenger instalado em seu telefone, mas desinstalou o app do Facebook, substituindo-o pelo app Metal, uma espécie de replicador da versão mobile do site do Facebook. Ao final de uma semana, o jornalista percebeu que a bateria de seu smartphone tinha um consumo 20% menor em média, sem o aplicativo da rede social instalado em seu sistema operacional.

Curiosamente, as estatísticas de uso da bateria mostradas pelo seu celular não mostravam que o aplicativo consumia muita energia da sua bateria. Porém, os dados de consumo de bateria de outros serviços do telefone, como o próprio sistema operacional Android, caíram depois que o app foi excluído. Assim, Gibbs constatou que o Facebook gastava muita energia rodando em segundo plano, já que esses serviços geralmente são uma plataforma para os aplicativos que ficam rodando em background.

Em nota ao The Guardian, o Facebook se manifestou: “Recebemos alguns relatos de pessoas reclamando de problemas com a velocidade procedentes do nosso aplicativo para Android. Estamos analisando o caso. Estamos comprometidos a continuar melhorando esses serviços”. A empresa não mencionou os problemas relacionados ao consumo de bateria.

Enquanto o Facebook não resolve os problemas de desempenho com o app de sua rede social, Gibbs aconselha os usuários de Android a usar outros programas que hospedem o Facebook, como o Metal, que ele usou em seu experimento. Outra alternativa é acessar a rede social através de seu site, nos navegadores em seu Android. As novas atualizações do Google Chrome, inclusive, trazem a opção de, uma vez logado em sua conta no Facebook, receber as mesmas notificações sem a necessidade da instalação do app, economizando, assim, a bateria e a velocidade do seu smartphone.

Por Renato Senna Maia

Facebook


Nova atualização do Whatsapp promete uma maior integração com o Facebook e a possibilidade de exportar as conversas no app por meio de arquivos ZIP.

O Whatsapp é hoje o maior aplicativo para dispositivos móveis quando o assunto é mensageiros. O app de destacou tanto, entre os outros milhões e milhões de aplicativos disponíveis na Play Store, que acabou por ser comprado pelo Facebook, de Mark Zuckerberg.

Com a compra do Whatsapp, evidentemente que a tendência e a expectativa para termos uma maior integração com o Facebook, além de mais mudanças com o dedo da empresa, além de real, era grande.

E parece que isso finalmente irá começar acontecer, visto que a empresa vem aparentando estar cada vez mais disposta a sair do conservadorismo que tomou conta da rede social nos últimos anos, com novidades tanto para o Facebook, como para seus apps e o Whatsapp!

As informações são do blog da Alemanha, Macerkopf, que afirma que a empresa vem realizando uma série testes com usuários do iOS, para a nova atualização 2.12.17.689, do aplicativo. Com essa atualização, além de uma maior integração com a rede social Facebook, teríamos também a possibilidade de exportar nossas conversas no app por meio de arquivos ZIP.

Com a possibilidade dos usuários exportarem suas conversas por meio de arquivos ZIP, certamente a última opção se tornará preferida entre os usuários, visto que se trata de algo mais simples.

Além da possibilidade de exportar nossas conversas pelos arquivos ZIP, outra novidade, essa já mais esperada, é a integração da rede social Facebook com o aplicativo, o que deve acontecer por meio do compartilhamento de posts no app, o que já vem sendo testado no Android há quase 1 ano, cerca de 10 meses e agora está sendo testado no iOS nos aparelhos iPhone, iPod touch e iPad, da Apple. Um novo ícone estará disponível abaixo das publicações do Facebook.

Não se sabe quando as atualizações devem ser lançadas, mas como o Facebook vem programando uma série de novidades em sua rede social, é provável que a mesma não demore tanto. Uma das primeiras a chegar definitivamente aos usuários, deve ser as novas formas dos usuários se expressarem, com muito mais opções além do velho, bom e famoso ''Like'' (Curtir), como a opção ''Bravo'', ''Triste'', entre outras. As opções citadas, aliás, devem servir como uma espécie de ''dislike'' nas publicações.

Por Isis Genari

Facebook e Whatsapp


Facebook pretende adicionar uma série de novas reações e emoções para os usuários nas publicações, como sentimentos e estados de espírito.

O Facebook está cada vez mais perto de sair do bom, ou nem tanto, e velho, conservadorismo quanto a mudanças mais profundas na rede social. Além das novidades que os apps (Facebook & Messenger), devem receber, como uma integração com serviços como a UBER, pequenas mudanças no visual do Messenger, entre outras, a própria rede social, também já deve receber, nas próximas semanas, novidades.

Há muito tempo o Facebook não passa por grandes mudanças. A rede social já ensaiou por diversas vezes, mudar o visual, mas sempre acabou voltando atrás por medo de desagradar os usuários e perder público. Mas agora, além dos apps a própria rede social irá receber novidades, no caso, trata-se de novas formas de expressar o que você sente, com as postagens, indo além do famoso ''Like'' (Curtir).

Não se sabe exatamente como a empresa pretende dar início às mudanças , uma das mais especuladas, desde o início da rede social, seria a opção de criar um botão ''não gostei'', mas não se sabe se seria essa, uma mudança com possibilidades reais de acontecer, já que criaria de certa forma, algo negativo na rede social e que, poderia acabar por prejudicar, por exemplo, diversas páginas famosas em ataques.

A possibilidade mais próxima de se tornar realidade, é a empresa adicionar uma série de novas reações e emoções para os usuários nas publicações, como sentimentos e estados de espírito. Até mesmo porque essa função já foi liberada, há algum tempo, para alguns países do nosso globo.

Isso porque Chris Cox, desenvolvedor da rede social, disse em uma entrevista que o Facebook pretende efetuar tais mudanças já nas próximas semanas, não só para os Estados Unidos, mas logo também para outros países. Também afirmou que, as possíveis classificações seriam raiva, tristeza, wow, haha, e amor.
Sabe-se que a possibilidade é que os usuários devem poder utilizar as reações por meio de um ícone expansível, mas não se sabe como seria feita a classificação nas postagens, como hoje é feito no rodapé, com o ''Like''.

Por Isis Genari

Facebook


Nesta quarta-feira (29) o Facebook apresentou às autoridades que fiscalizam as bolsas de valores e outros investimentos nos Estados Unidos, documentos que informam os prejuízos financeiros que obteve desde a compra do aplicativo WhatsApp no início deste ano.

De acordo com os documentos entregues com a prestação de contas da empresa, o prejuízo chega aos U$$ 232 milhões. Em janeiro deste ano, o aplicativo foi comprado pela quantia de U$$ 22 bilhões.

Entre os meses de janeiro a junho deste ano, o WhatsApp rendeu à rede social o equivalente a U$$ 15,2 milhões, num percentual de lucratividade de 453% em relação ao mesmo período do ano passado. Este rendimento é oriundo do pagamento de anuidade pelos usuários para o uso do aplicativo em seus dispositivos móveis. 

Em 2013 o rendimento registrado pelo WhatsApp não ultrapassou os US$ 2,7 milhões no primeiro semestre do ano, já no acumulado dos 12 meses de 2013 o rendimento total obtido pelo aplicativo chegou aos US$ 10,2 milhões.

Já em comparação aos seis primeiros meses do último ano, a queda dos rendimentos da empresa também foi bem acentuada. Só no primeiro semestre de 2014 os prejuízos chegaram aos US$ 232,2milhões, um aumento de 293% de perdas em relação ao mesmo período de 2013.

No ano, elas somaram os U$$ 59 milhões, enquanto até junho de 2014, já foram contabilizados US$ 138,14 milhões em perdas.

Apesar dos prejuízos apresentados, Mark Zuckerberg, presidente e um dos fundadores do Facebook, diz não ter pressa para fazer do WhatsApp um aplicativo rentável.

O comunicador de mensagens instantâneas ainda não traz nenhum tipo de publicidade para seus usuários, e este fato é defendido pelo seu diretor e um de seus criadores, Jahn Koum, que é contra a divulgação de qualquer tipo de propaganda no aplicativo a fim de se obter lucro.

Além das informações financeiras apresentadas sobre o WhatsApp, dados sobre o Facebook também foram apresentados para a SEC– Securities and Exchange Commission, que possui nos Estados Unidos a mesma função da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) no Brasil.

Enquanto o WhatsApp até o momento traz prejuízos a Zuckerberg, sua rede social continua crescendo em faturamento. De acordo com os dados apresentados, só no terceiro trimestre de 2014, o Facebook teve um lucro de US$ 3,2 bilhões. Isto representa um lucro 59% maior que no mesmo período do ano passado.

Por André F.C.

Foto: divulgação


Na semana passada, o diretor financeiro do Twitter, Anthony Noto, discursou sobre alguns dos planos que a empresa tem para o futuro para se manter interessantes entre seus usuários e, claro, para conquistar novas pessoas.  

Uma das novidades interessantes está a possibilidade da rede social ter conversas privadas em grupo. O diretor de produto do Twitter, Daniel Graf, também destacou outras possíveis mudanças como a melhoria no mecanismo de busca e mudanças no feed.  

O que pode não agradar os usuários é a mudança que se apresentará no feed do Twitter. Segundo o diretor, a possibilidade de implementar um algoritmo que filtra o conteúdo relevante para o usuário automaticamente não é descartada. Tal procedimento tornaria o Twitter bastante parecido com a forma que o Facebook controla o feed de notícias.  

Você, usuário do Facebook, já deve ter observado por diversas vezes uma notícia antiga com bastante relevância entre as primeiras postagens do seu feed de notícias. Isso torna o uso da rede confuso e com informações desatualizadas sendo exibidas para o usuário. Pela organização temporal do feed do Twitter, que é o principal diferencial da plataforma, esta ideia pode não ser das melhores para a rede social.  

Nos últimos tempos o Twitter tem feito alguns experimentos para mudar a dinâmica das coisas no feed com o objetivo de trazer conteúdo relevante para os usuários.Algumas das mudanças foram a exibição de tuítes favoritados pelos seus seguidores em seu feed e as conversas interligadas de usuários que você segue. Ambas as mudanças não obtiveram uma boa aprovação. No entanto, as conversas interligadas ajudam, e muito, o usuário a estar dentro do contexto de uma conversa, evitando ter tuítes aleatórios perdidos no feed.  

Anthony Noto tranquiliza os usuários ao dizer que as mudanças ocorrerão gradativamente e que testes irão ocorrer para que a empresa entenda qual a melhor maneira de conseguir atingir os objetivos sem ferir a forma agradável de usar a rede social.

Por William Nascimento

Twitter

Foto: Divulgação


Há duas alternativas que vêm crescendo, bem como as empresas que decidem anunciar em uma das ferramentas, as quais podem ser usadas como a forma principal de publicar um produto ou serviço ou como mídia alternativa. Há quem prefira o Google Adwords, mas o Facebook Ads tem conquistado bastante espaço e já superou o lucro de gigantes da internet, como o Yahoo.

O Facebook Ads permite a inserção de anúncios nas timelines dos usuários da rede social e desde 2011 já se mostrou eficiente, gerando lucros de mais de US$ 2 bilhões. O aumento do número de marcas que aderiram essa forma de publicidade na internet ocorreu pela facilidade em anunciar, os valores mais interessantes e a possibilidade de chegar a nichos específicos. Além disso, a rede social proporciona o canal direto entre a empresa e o consumidor, que podem trocar informações de forma rápida e eficiente.

No Google Adwords, os anúncios aparecem em forma de texto ou gráfico quando o usuário realiza uma pesquisa ou nos parceiros do Google. Ela é conhecida como rede de Displays e os anúncios são posicionados nas laterais ou na parte superior da página, não atrapalhando a navegação. É possível segmentar os anúncios de diferentes maneiras, podendo determinar as características do público-alvo, como idade, escolaridade e em quais palavras chaves consultadas o anúncio irá aparecer.

O Facebook Ads, os links patrocinados funcionam de maneira semelhante, mas apresentam uma vantagem, pois os anúncios podem ser exibidos de forma mais segmentada, conforme as ações do usuário e o que ele curte. Os anúncios podem ser criados para promover a página para que mais pessoas possam curtir seu conteúdo ou para que uma determinada publicação seja visualizada por mais pessoas.

O baixo investimento no Facebook Ads o torna mais atraente que a publicidade do Google e talvez seja esse o principal motivo para que mais empresas tenham aderido a este tipo de publicidade. A popularização da rede social ainda aumenta as possibilidades de divulgação, entretanto é preciso oferecer um conteúdo rico e com a linguagem adequada ao público-alvo. 

Por Robson Quirino de Moraes

Google Ads x Facebook Ads

Foto: Divulgação


Depois de comprar o Instagram, Mark Zuckerberg anunciou que o aplicativo WhatsApp agora também é do Facebook. O anuncio foi divulgado quarta-feira, 19 de fevereiro e se tornou a maior aquisição de Zuckerberg.

“Serviços que atingem a casa do milhar são incrivelmente valiosos”, elogiou o fundador da rede social ao comprar o app que tem mais de 450 milhões de usuários.

A compra envolveu um total de US$ 16 bilhões, sendo a mais alta transação já paga por um aplicativo para smartphones. A realização do pagamento será feita por meio de US$ 12 bilhões em ações do Facebook e US$ 4 bilhões em dinheiro. Isto ainda terá um acréscimo de US$ 3 bilhões, pagos aos fundadores e funcionários do WhatsApp caso eles permaneçam trabalhando para a rede social nos próximos quatro anos.

Segundo o presidente-executivo, Mark Zuckerberg divulgou em sua página na rede social, que o Facebook continuará independente e agora tem com principal objetivo fazer o WhatsApp aumentar o número de usuários e que a nova aquisição venha a somar para a acessibilidade de todos.

“Nós esperamos que o WhatsApp nos ajude em nossos esforços no Internet.org, para tornar serviços básicos de internet acessíveis para todos", disse o CEO.

São 450 milhões de pessoas ao mês que usam o WhatsApp. O poder de engajamento de aplicativo e surpreendente: 70% dos que têm o app instalado em seus celulares o manuseiam ao menos uma vez por dia. Diariamente são 1 milhão de novos usuários.

O CEO do WhatsApp, Jan Koum, afirmou estar entusiasmado com a parceria entre as marcas. “O engajamento extremamente elevado do usuário do WhatsApp e rápido crescimento são impulsionados pelos recursos de mensagens simples, poderosos e instantâneos que prestamos. Nós estamos entusiasmados e honrados de nos tornarmos parceiros de Mark e do Facebook para continuarmos a trazer nossos produtos a mais pessoas ao redor do mundo”, afirmou Koum.

Vale lembrar que a aquisição ainda está sujeita a aprovação, mas deve ser aprovada e concluída até o fim de 2014.

Por Ageu da Rocha

WhatsApp e Facebook

Foto: Divulgação


O Facebook Home acaba de desembarcar em terras tupiniquins (oficialmente), mas para um número limitado de aparelhos, tão limitado que daria para contá-los nos dedos de uma mão.

Oficialmente, é aceito no HTC One X, HTC One X+, Galaxy SIII e Galaxy Note 2 (mas como HTC não são vendidos no Brasil, a lista fica mais reduzida).

O Facebook promete lançar em breve o app para HTC One e Galaxy S4 que começa a ser vendido na semana que vem por aqui, por R$ 2.499 no modelo com 4G. Por enquanto, o app estará disponível para um número bem limitado de pessoas.

A novidade foi apresentada no dia 4 de abril como uma nova tela inicial para celulares Android. Vale ressaltar que ainda não há previsão de uma versão para iOS, mas de acordo com a Bloomberg o Facebook está negociando com a Apple. Enquanto isso, uma atualização para o Facebook Messenger no iOS foi liberada, que disponibiliza o recurso de Chat Heads.

O app pode ser baixado no Google Play

Por Atila Felipe





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