Pesquisa revela que neste ano haverá um aumento de 22% no número de usuários de smartphones na América Latina.

A América Latina continua sendo um ótimo mercado para as empresas fabricantes de smartphones, pois o número de usuários destes aparelhos na América Latina aumentará em 22% este ano e a tendência é que este número continue aumentando.

O crescimento no número de usuários de smartphones beneficia não só as empresas fabricantes destes aparelhos, como também os revendedores e as empresas que trabalham com o desenvolvimento de aplicativos.
O aumento de 22% no número de usuários de smartphones é em comparação ao ano passado e poderá chegar a 155,9 milhões, de acordo com os dados divulgado na última sexta-feira (31) pela agência de pesquisa, eMarketer.

Destes 155,9 milhões de pessoas utilizando smartphone na América Latina, 84% estão no Brasil, Chile, Argentina, México, Colômbia e também no Peru. E pelo menos até 2019, estes países continuarão sendo os maiores consumidores de smartphones de toda a América Latina.

O crescimento na venda dos smartphones não deve parar tão cedo, pois ainda de acordo com a eMarketer, no ano de 2019 teremos um número superior a 245 milhões de pessoas utilizando um destes aparelhos que estão cada vez mais integrados ao dia a dia de todos nós.

Os países da América Latina que são os maiores consumidores de smartphone – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru – também são os países onde está presente a maior parte da população nesta região do planeta e também são os mais desenvolvidos, sendo que juntos, estes países contribuem com 85% do PIB – Produto Interno Bruto.

O Brasil e o México possuem as maiores populações dos demais países e também por isso, lideram os países com maior número de usuários de smartphones, sendo que no Brasil são 49,1 milhões e no México, 38,5 milhões.

Em terceiro lugar vem a Colômbia que deverá chegar ao final de 2015 com 16,7 milhões de usuários de smartphones, bem à frente dos demais países, mas em compensação, bem atrás do Brasil e também do México.
Juntando os demais países da América Latina, o número de usuários de smartphone não chega a 25 milhões.

Por Russel

Smartphones

Foto: Divulgação


A empresa TNL PCS, que pertence à prestadora de telefonia Oi, foi multada pelo Ministério da Justiça em R$ 3,5 milhões pelo não cumprimento das várias normas de defesa ao consumidor. A medida ocorreu devido às violações da empresa quanto ao serviço de internet banda larga da prestadora aos clientes, das quais inclui espionagem de dados, que seriam vendidos as empresas que criam conteúdos personalizados, conforme o perfil dos usuários.

A decisão partiu do DPDL – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor e passou pela Senacon/MJ – Secretaria Nacional do Consumidor, que iniciou as investigações depois de receber denúncias que a Oi realizou uma parceria com a companhia britânica Phorm. A Oi identificava o tráfego de dados de seus clientes, registrando suas preferências e logo em seguida vendia as informações de acesso para anunciantes e portais da internet, que direcionavam a publicidade de acordo com o conteúdo acessado pelo usuário.

Segundo o Ministério da Justiça e o DPDL, a empresa agiu de má fé, violando os princípios da boa fé e transparência, comprometendo a qualidade do serviço e ainda realizando publicidade enganosa. Por isso a empresa foi multada levando em consideração os critérios previstos no Código de Defesa do Consumidor. O valor de R$ 3,5 milhões tem que ser depositado em uma conta em favor do FDD (Fundo de Defesa de Direitos Difusos), que será usado em ações para a preservação e proteção do meio ambiente, do patrimônio público e, principalmente, para a defesa dos consumidores em situações semelhantes.

A Oi informou em nota oficial que não violou nenhum direito à privacidade de seus clientes e ainda afirmou que a não usa a ferramenta da Phorm, desde março de 2013. Na nota oficial ainda há a informação que a ferramenta foi usada em um grupo de clientes convidados a testar o produto, com seu consentimento e análise de autoridades reguladoras. 

Por Robson Quirino de Moraes





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