Como prometido pelo WhatsApp há algum tempo, o serviço de ligações VoIP através do aplicativo começou a funcionar neste último final de semana aqui no Brasil. A função já estava em fase de teste na Índia, porém, agora usuários brasileiros começaram a receber uma atualização que habilita o recurso.

No entanto, como toda novidade no meio virtual que atinge milhões de usuários, a disponibilidade do serviço será feita aos poucos.

Primeiramente, o recurso de chamadas de voz está disponível apenas para usuários do app no sistema operacional Android. Quem utiliza iOS ou Windows Phone terá que aguardar um momento, até que a função seja disponibilizada para essas plataformas.

A introdução do serviço veio com a última versão de atualização do aplicativo. Porém, nem todos os usuários conseguiram atualizar o programa diretamente pela Google Play, precisando fazê-lo através do site oficial do WhatsApp para Android.

Além disso, para que o recurso de chamada de voz seja habilitado no smartphone do usuário, é necessário que algum contato que foi “premiado” com o recurso durante a atualização realize uma chamada para este contato, que então passará a possuir também o recurso e assim poderá propagá-lo.

Vale lembrar que isso está funcionando apenas entre usuários Android. Caso haja uma tentativa de ligar para um contato que utilize outro sistema operacional, uma mensagem de erro será recebida informando que o dispositivo do contato não está pronto para receber o recurso.

De acordo com relato de alguns usuários, o serviço ainda tem vários problemas, que às vezes dificultam a sua utilização. Foi relatado atraso na voz dos usuários, além de muitas vezes a chamada simplesmente não ser completada ou um dos indivíduos que estão em ligação não escutar o outro.

Com essa atualização, o WhatsApp avança mais uma fronteira no mundo virtual, passando a competir diretamente com outros aplicativos que fornecem esse tipo de serviço, como o Viber e o Skype, inclusive com as próprias operadoras.

Certamente o serviço estará disponível para todos os usuários em breve, porém a empresa ainda não fez nenhum comunicado oficial com datas quanto a isso.

Por Rannier Ferreira Mendes

Foto: divulgação


Que o futuro está perto, todos nos já percebemos, mas mesmo assim não cansamos de nos admirarmos com os lançamentos que a cada dia o mundo tecnológico dos celulares e smathphones preparam para todos nós. Agora, em um futuro não muito distante, ou melhor, em um futuro de apenas um ano, nós podemos fazer chamadas de vídeos via holograma.

Os hologramas serão imagens 3D projetadas no ar mesmo. Isso será a nossa realidade já no ano que vem. A novidade vem ao mercado graças a uma fabricante de chips que está desenvolvendo a tecnologia necessária para que os smathphones possam começar a receber a novidade já em 2015.

Claro que não serão todos os celulares e smathphones, mas os primeiros já chegaram com tudo no ano que vem. Confira agora como deve funcionar essa novidade.

A fabricante mencionada é a empresa Ostendo. Ela está desenvolvendo direto em projetos minúsculos que são capazes de formar imagem essa novidade. Será uma resolução de até cinco mil pixels por polegada. Isso é considerado o suficiente para poder projetar a imagem de qualquer pessoa com total nitidez.

O Wall Street Jounal foi à primeira mídia a ver uma demonstração dessa nova tecnologia. Segundo eles o holograma irá conseguir transmitir os movimentos das pessoas que fazem a chamada com total estabilidade.

Mas, como a tecnologia ainda não está finalizada, o produto precisa hoje de seis chips com os tais projetores para consegui ter um controle maior da cor, brilho e o ângulo de visão de raios de luz individuais, em uma região de um milhão de pixels.

O desafio agora é fazer tudo isso caber em apenas um chip, mas mesmo assim a primeira versão deve vir ao conhecimento de todos já no ano que vem. A fabricante Ostendo afirma que o chip estreante será capaz de produzir hologramas em 2D, em qualquer superfície, contato apenas com a ajuda da mão do usuário.

Assim quanto conseguirem lançar o projeto 3D, o próximo passo ser conseguir incluir os microprojetos em todos os tipos de dispositivos que tenham tela, como TV’s, mesas e smartwatches, e assim expandir a ideia inicial. 

Por Douglas Lima dos Anjos

Foto: divulgação





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