Modelo começou a ser vendido no Brasil, porém os preços estão bastante altos. Valores variam de R$ 2.900 a R$ 135.000.

Na última sexta-feira, dia 16, a venda do Apple Watch começou no Brasil. Os preços bastante altos desanimaram muitos consumidores que pretendiam adquirir o produto.

O modelo mais básico está custando R$ 2.900,00, já o mais extravagante que conta com acessórios de ouro 18 quilates está saindo por nada mais nada menos que R$ 135.000,00.

Na loja online da Apple é possível encontrar 3 versões: Watch Sport, Watch e Watch Edition. Confira as particularidade de 2 dos modelos:

Versão Watch Sport: Disponível em 12 modelos. Fabricado com vidro de silicato de alumínio, reforçado através da troca de íons, a superfície ganha no quesito resistência se comparado a outras marcas. Aço inoxidável 316L, acabamento espelhado através da redução de impurezas, as pulseiras de fluorelastômero possibilitam flexibilidade e estão disponíveis em várias cores para que os usuários possam encontrar uma que se adeque a sua personalidade, também é possível escolher por modelos de aço ou ainda mais conservadores e tradicionais feitos com couro.

Modelo com caixa de 38 mm: R$ 2.899,00;

Modelo com caixa de 42 mm: R$ 3.299,00.

Versão Watch Edition: 8 modelos de combinações possíveis, preços variam entre R$ 80.000 e R$ 135.000. Composto de ouro maciço amarelo ou rosa 18 quilates e desenvolvido com uma liga totalmente nova, o relógio é muito mais resistente que o ouro convencional. O modelo extravagante tornou-se sonho de consumo de muitos brasileiros. A tela do aparelho é feita de cristal safira. Durante a fabricação, scanners ultrassônicos são capazes de detectar qualquer imperfeição no metal. O processo de polimento é feito por joalheiros até que os relógios fiquem totalmente uniformes e perfeitos. Todos os modelos da coleção Edition acompanham um elegante estojo de couro que contam com um carregador por indução.

Através da Loja Online da Apple é possível adquirir os produtos com parcelamento de até 24 vezes. Apesar de continuar caro, é uma boa maneira de tornar possível a compra.

Por Beatriz 

Apple Watch Edition

Fotos: Divulgação


Novo modelo pode ser adquirido no Brasil pelo preço de R$ 1.500 e possui ótimas configurações.

A Samsung realmente pretende surpreender cada vez mais em seus smartphones. A cada lançamento, uma nova surpresa. Agora é a vez do Galaxy S5 New Edition, a nova aposta da marca sul-coreana, da linha Galaxy, que chegou para competir com outras marcas e até mesmo com os seus antecessores.

O Galaxy S5 New Edition já está sendo comercializado no Brasil. O aparelho é um dos destaques principais da página oficial da Samsung no Brasil, e pode ser comprado em lojas virtuais no país por um preço médio de R$ 1.500, nas cores cinza, preto e dourado.

O modelo parece ser uma segunda versão do próprio Galaxy S5 lançado no ano passado, só que mais simples, pois sua aparência física chega a ser muito semelhante à do antecessor. A única coisa que diferencia um do outro são algumas configurações. Mas isso não quer dizer quase nada, pois em relação às configurações, o New Edition ganha um pouco do antecessor, mas também deixa a desejar em alguns quesitos. Como é o caso dos vídeos em 4K e do leitor de digitais que não vieram nesta nova versão. Outra comparação pode ser feita com o recurso da porta USB, que no antecessor era de 2.0, e o novo modelo traz uma versão de 3.0.

No exterior, o Samsung Galaxy S5 New Edition foi batizado com o nome de S5 Neo, e aqui no Brasil ele tem o nome oficial de Galaxy S5 New Edition (SM-G903), e o que chama mais atenção é sua câmera frontal de 5MP, que no seu antecessor era de 2MP. Além disso, possui recursos extras, como o Exynos Octa-core 1.6 GHz, um processador mais potente do que o do seu antecessor. O aparelho continua sendo à prova d’água (podendo ser mergulhado na água até 1 metro e por até 30 minutos), a tela possui 5,1 polegadas e tem uma resolução Full HD, com 1920 x 1080 pixels, além da câmera principal, que permanece com 16 megapixels, porém, sem os disparos duplos e a captura de fotos e vídeos HD concomitantemente.

Outra coisa que o New Edition também herdou do seu antecessor é o monitor de batimentos cardíacos, que fica localizado abaixo da câmera, possibilitando uma interação tanto com outros dispositivos da marca como o Gear S2, quanto com relógios e pulseiras.

Por Daniela Almeida da Silva

Samsung Galaxy S5 New Edition

Samsung Galaxy S5 New Edition

Fotos: Divulgação


Apenas 11,5% dos domicílios brasileiros usam tablets e smartphones como únicas maneiras de acesso à internet.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013, no Brasil, o computador era o aparelho mais usado pelo brasileiro para acessar a internet, porém, tablets e celulares já são usados por 11,5% dos domicílios brasileiros como únicos aparelhos que acessam a internet; dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Conforme apontou a técnica de coordenação de rendimento e trabalho do IBGE, Jully Ponte, ainda assim, o Brasil, em relação ao percentual de residências que têm acesso à internet (48%), está atrás da média apurada nas Américas (54,6%) e na Europa (76,2%); o levantamento foi realizado pela União Internacional de Telecomunicações (UTI, sigla em inglês).

Ainda sobre o uso de tablets e celulares, a região norte do Brasil é a que tem o maior percentual de acesso à rede através desses aparelhos; destaque para os seguintes estados: Roraima, Amapá, Sergipe, Amazonas e Pará. Os dados são da última pesquisa, realizada em 2013, mas conforme apontou a Jully Ponte, foi observado em 2014 um grande aumento no comércio de smartphones, o que leva a crer que o aumento no percentual de acesso à internet exclusivamente através dos supracitados aparelhos seja ainda maior.

Quanto às formas de conexão, cerca de 30 milhões de domicílios usam a banda larga para se conectarem, mas ainda assim a velha conexão discada ainda encontra espaço no mercado, tanto é que em 750 mil casas esse método de acesso à internet é usado.

Quanto ao uso da banda larga, 77% tem algum ponto fixo; a região norte é o único local do Brasil que a banda larga móvel é mais usada do que a fixa. Quanto ao acesso por parte dos brasileiros, a população de baixa renda, aquela que as pessoas recebem até um quarto do salário mínimo, tem 49,1% com acesso rotineiro à internet, enquanto que as pessoas que faturam mais de dez salários mínimos acessam a rede de forma rotineira, o equivalente a 95,7% da "classe".

Por Vinícius Cunha

Internet em tablets e smartphones

Foto: Divulgação





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