Empresa afirma que versão antiga do sistema não é mais seguro aos usuários e recomenda que os mesmos atualizem o sistema ou troquem de aparelho para outro com sistema mais atualizado.

Em meio a polêmica envolvendo a Apple e o FBI, que deseja que a empresa quebre a segurança do dispositivo para ajudar em uma investigação de um crime nos Estados Unidos envolvendo um iPhone 5c, a Apple afirmou por meio do executivo Federighi, que o iOS 7, versão antiga do sistema, não é mais segura para os usuários, já tendo sido alvo do cibercrime.

O FBI alega que não seria necessário colocar criptografia no sistema da Apple a partir do iOS 8 e pede para que a empresa use os mesmos padrões do iOS em 2013, revertendo a segurança de seus dispositivos. A empresa considerou a alegação absurda, já que a segurança do iOS 7 já havia sido quebrada por hackers, o que facilita e muito a invasão de dispositivos que contem com o sistema ou inferior.

A boa notícia é que boa parte dos usuários não corre risco, já que a maioria não usa mais o iOS 7, vide o esforço que a Apple faz para manter seus dispositivos sempre atualizados por um bom tempo, porém, usuários do saudoso iPhone 4, por exemplo, correm risco, embora representem 6% apenas dos dispositivos com o iOS.

Porém, evidentemente como o número de pessoas que usam o iOS é enorme, mesmo em versões mais antigas, esses 6% podem representar cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo, que estão nesse momento vulneráveis a ataques maliciosos de hackers aos antigos sistemas da Apple.

A única recomendação que pode ser feita para os usuários que ainda utilizam o iOS 7 ou inferior é que troquem imediatamente de smartphone, para uma versão mais recente do iOS, com versões mais novas do iPhone, ou caso o usuário prefira, já que o preço dos produtos da Apple é elevado, até mesmo acabar optando por um smartphone de outra empresa, mesmo que isso implique em ter de mudar de sistema operacional.

A polêmica causada pelo caso do FBI nos Estados Unidos é enorme e a maioria esmagadora, tanto de usuários como de empresas, vem apoiando a Apple no processo, já que quebrar a segurança do sistema realmente seria um péssimo negócio para ambos os lados.

Por Paulo Henrique


Foram 13 milhões de unidades vendidas no 1º final de semana de comercialização dos iPhones 6S e 6S Plus.

Os recém-lançados iPhones 6S e 6S Plus estão batendo recordes de vendas para a Apple. Até segunda-feira (28), 13 milhões de unidades já haviam sido comercializadas – isso no primeiro final de semana de vendas. A empresa usou o adjetivo "fenomenal" para descrever a explosão de vendas.

Comparando a outros anos, em 2014 as vendas atingiram, em seu final de semana de estreia, 10 milhões de unidades vendidas e em 2013 foram 9 milhões. Estima-se que um fator importante e decisivo para esse aumento nas vendas tenha sido a inclusão da China no primeiro lançamento.

A empresa está ansiosa para começar ampliar as vendas, dia 9 de outubro os aparelhos 6S e 6S Plus serão lançados em outros países. Neste final de semana – o lançamento foi dia 25 – eles chegaram às lojas do Canadá, Alemanha, China, Estados Unidos, Cingapura, Hong Kong, França, Nova Zelândia, Japão, Austrália, Porto Rico e Reino Unido. Os próximos países que iniciarão as vendas dos aparelhos serão México, Rússia, Índia e Espanha. O Brasil ainda não está na rota, mas como a Apple quer que os aparelhos sejam vendidos em cerca de 130 países até o final do ano, talvez logo eles aterrissem por aqui, se a Apple repetir o seu cronograma de lançamentos. 

Apesar de não ter ainda os iPhones para comercializar, algo inusitado no lançamento dos aparelhos: quem adquiriu o primeiro dos novos smartphones da Apple foi um brasileiro – o primeiro do mundo a comprar. Ele se chama Vitor Epihanio, tem 18 anos e comprou na Austrália.

Tim Cook, o presidente-executivo da Apple conta que dois novos recursos em especial têm agradado bastante os compradores: o Live Photos e o 3D Touch, que se pode chamar de "a evolução das telas sensíveis", pelo motivo de que elas passam a "sentir" a intensidade do toque, pois a tela sente a pressão.

Por Elia Macedo

iPhone 6S

iPhone 6S Plus

Fotos: Divulgação


Nova tecnologia permitirá que o usuário consiga trocar a operadora de telefonia sem a necessidade de trocar o chip.

O SIM card está com os dias contados. Após anos de exclusividade no mercado de smartphones e tablets os conhecidos chips estão prestes a ser substituídos por uma nova tecnologia.  Após diminuir de tamanho em sucessivas gerações, o SIM card será substituído, e a sua falta possivelmente não será sentida pelo mercado.

As duas maiores fabricantes de telefones celulares do mundo se uniram para discutir com a indústria de telecomunicações, uma tecnologia que daria fim ao tradicional chip, com uma nova solução virtual. O Financial Times afirmou que as duas empresas estão em processo de negociação com o GSMA (associação que controla o sistema de telefonia GSM utilizado pela maioria das operadoras pelo mundo), para a criação do E-SIM, tecnologia que permitirá que o usuário consiga trocar a operadora de telefonia sem a necessidade da troca de seu chip. Coisa parecida já ocorre com a camada portabilidade para o número, onde o usuário troca a operadora, mas mantém seu número.

O E-SIM promete acabar com a grande rotatividade dos chips de telefone, que a cada dia são mais fabricados e descartados.

A sigla E-SIM significa "embedded SIM”, e em livre tradução significa "SIM incorporado". Com a sigla, o que podemos imaginar é que o chip seria incorporado ao aparelho, já que com a possibilidade da portabilidade do chip, o usuário não precisaria trocar o chip deste ao trocar de operadora.

A Apple já está testando os primeiros passos dessa tecnologia, com o lançamento do iPad Air 2. Nos EUA já há a possibilidade da escolha do Apple SIM, que seria um tipo de cartão SIM virtual da marca. Mas como experimentação a ideia não foi bem aceita pela indústria e as outras operadoras não aderiram à ideia da Apple. Embora seja uma tecnologia inovadora, o E-SIM não será um padrão imediato. A previsão é que o novo estilo de chip entre no mercado aos poucos e vá tomando o lugar do tradicional chip, sem que os consumidores sintam muito com a transição. Esse cuidado é necessário, pois o chip como conhecemos é muito usado no mundo todo. Mas, se a tecnologia E-SIM for bem aceita e absorvida com sucesso pelo mercado, a tendência é que o atual chip seja descartado em alguns anos.

Por Patrícia Generoso

Cartão SIM

Foto: Divulgação


Empresas esperam que o celular substitua os cartões de crédito e de débito por meio de um sistema de pagamento que consiste em aproximar o celular ao aparelho que é fornecido pela loja para que transação seja efetuada.

Utilizar o celular para efetuar pagamento não é nenhuma novidade, já faz alguns tempos que as empresas de tecnologia tentam obter sucesso nesta área, mas só agora este sistema está realmente alcançando os resultados esperados, já que os celulares estão presentes no dia a dia de quase todas as pessoas e a tecnologia atual já permite esta possibilidade.

A Apple e também o Google já estão trabalhando há algum tempo na tentativa de oferecer este serviço e estão conseguindo os primeiros resultados satisfatórios. A intenção é fazer com que o celular substitua os cartões de crédito e também de débito.

O Google, através do seu sistema operacional Android já oferece um sistema de pagamento para compras em mais de 700 mil lojas espalhadas pelos Estados Unidos e em breve este sistema poderá estar sendo oferecido também para os usuários brasileiros.

O Android Pay, que é o novo sistema de pagamento do Google, utilizando o celular, consiste em chegar o aparelho próximo ao aparelho que é fornecido pela loja para que transação seja efetuada. Para isso, o lojista já deverá ter instalado um terminal que conta com a tecnologia NFC – transmissão de dados entre dispositivos próximos.

Já o sistema da Apple, o Apple Pay, funciona da seguinte forma: o usuário posiciona o dedo no "touch ID" para que seja feita a leitura das digitais e então é só aproximar o celular do aparelho fornecido pelo lojista.

Tanto a Apple quanto o Google utilizam a tecnologia NFC, onde o usuário precisa aproximar seu celular do aparelho fornecido pelo lojista, dispensando, assim, o uso do cartão de crédito ou débito para efetuar pagamentos.
Mas é importante ressaltar que o cartão de crédito ou débito é dispensado para efetuar o pagamento, mas o usuário deverá ter um destes cartões, pois é preciso que as informações do cartão já tenham sido armazenadas, por exemplo, em sua conta no Google. No caso do Google, a autorização é feita mediante a digitação da senha ou pela leitura da digital do usuário, quando aparelho fornecer esta opção.

Luiz Henrique Didier, que é diretor da Cielo na parte de Inovação, informou que o Brasil já conta com a tecnologia NFC na maior parte de suas máquinas, mas o sistema que começou a ser implantado nos Estados Unidos deverá ser levado primeiramente ao Canadá e Europa Ocidental, não tendo previsão para quando chegará ao Brasil.

Por Russel

Pagamento por meio de tecnologia NFC

Foto: Divulgação





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